4 de outubro de 2014

Time after time

Lindo demais esse comercial da Vivo!
Exceção a parte que não funciona nem o 3G, quiçá o 4G, mas isso é só um pequeno detalhe.

"Sometimes you picture me
I´m walking too far ahead
You`re callig to me, I cant`t hear
What you`ve said
Then you say go slow
I fall behind
The second hand unwinds." 


















21 de setembro de 2014

Doce novembro

Quem dera que cada erro se transformasse num acerto. 
Que cada mágoa plasmasse um sorriso. 
Que a dor mais doída fosse a de uma topada. 
Que não houvessem desencontros e nem hora marcada.
Que o tempo fosse um senhor generoso. 

Quem dera, que de janeiro a janeiro tivéssemos doces novembros. 
Que cada mês fosse como o último de nossas vidas e que por isso, vivêssemos cada simples segundo tão puramente e ao mesmo tempo tão intensamente, que jamais fôssemos capazes de esquecê-los. 







30 de agosto de 2014

Rede de relacionamentos

Comprei produtos da Natura com uma consultora e estes me foram entregues numa bolsinha, que tinha a seguinte mensagem de marketing:

"Nas relações que eu cultivo, renovo meu olhar para o outro, reinvento minha relação com o mundo." (sic)
Vemos a vida como um encadeamento de relações. Nada existe por si só, tudo é interdependente."

Hoje em dia, tudo depende de uma rede de relacionamentos, até porque, agregar valor é o que há. Vamos expandir!

28 de agosto de 2014

Se eu não te amasse tanto assim

Tomara que o amor não seja o que se vê por aí. 
Tomara que seja como eu senti...
E que haja coragem para vivenciar o amor, principalmente nas amizades.
Que a vida nos brinde sempre com novas oportunidades!

NKC



Meu coração
Sem direção
Voando só por voar
Sem saber onde chegar
Sonhando em te encontrar
E as estrelas
Que hoje eu descobri
No seu olhar
As estrelas vão me guiar



Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vi
Dentro do meu coração



Hoje eu sei
Eu te amei
No vento de um temporal
Mas fui mais
Muito além
Do tempo do vendaval
Nos desejos
Num beijo
Que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal



Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vi
Dentro do meu coração...



23 de agosto de 2014

As 4 políticas da mudança

Estudando, deparei-me com uma questão de prova que trazia uma visão interessantíssima sobre a mudança! Algo que pensei poder (aliás, dever) ser aplicado na nossa vida pessoal e não somente nas relações profissionais/empresariais. Gestão da vida pessoal!

Esta abordagem, o próprio Luís Cesar afirma ser de autoria de Peter Drucker, em obra publicada em 1999, onde sugere as 4 políticas de mudança: 

1 - Abandono do ontem: o mais importante passo para que o processo de mudança ocorra. Não pense que por ter errado uma vez, nunca vai dar certo... ao invés disso, sinta-se desafiado e ouse.

Quem nunca precisou abandonar o ontem e seguir em frente? Quem nunca precisou reinventar-se, sem abrir mão de sua essência? Pois é, é isso aí, ousadia e alegria. Aprendi com poucos e bons, que quem não ousa, não muda absolutamente nada na vida.

2. Aperfeiçoamento contínuo: kaizen, descobrir quais são os processos, produtos ou serviços que impulsionam os resultados da empresa e buscar sempre otimizá-los.

Chama-se evoluir. Melhorar o que já é bom, ou corrigir o que ainda não está bom. Usar e abusar de seus pontos fortes (virtudes), para com isso vencer os pontos fracos (defeitos).

3. Exploração do sucesso: para mudar, as oportunidades devem estar sempre em primeiro plano, serem maximizadas. Ainda que hajam problemas a serem solucionados, aproveitando as oportunidades, a inovação virá naturalmente. 

Perfeita a vida nunca vai ser! Aproveitemos qualquer coisa que aconteça para fazer diferente. Há males que vem para bem! Precisamos focar nisso.

4. Inovação sistemática: criar um espírito de inovação no âmbito organizacional, fazendo com que as pessoas vejam as mudanças como oportunidades.

A pior coisa é a acomodação! O tédio é filho do comodismo. É preciso inovar, mesmo nas simples atitudes do dia a dia. Experimentar outros pratos, ver outro filme, usar outro tipo de roupa, conhecer outras pessoas... MUDAR!

"O planejamento não diz respeito às decisões futuras, mas às implicações futuras das decisões presentes."  Peter Drucker

Peter Drucker nasceu em 1909 em Viena na Áustria. É considerado o pai da moderna gestão de empresas. 


10 de agosto de 2014

Mais um ano de vida

Com tantas coisas acontecendo na roda gigante de vida, estou atrasada para o post de aniversário, rsrs.
Nesse último ano creio que aprendi uns cinco anos em apenas um. O contato com meu íntimo foi muito intenso! Repensei várias atitudes passadas e analisei bastante as atitudes futuras. No mês de aniversário, fui agraciada com dupla honra: Deus permitiu que a justiça fosse feita e também achou que era tempo de colheita de algo que plantei há dois anos atrás. Deus provou que honra o justo e dá conforme o merecimento de cada um. Tudo tem uma razão de ser e as coisas boas acontecem na hora certa.
Apesar dos problemas de saúde da mamãe, sonhos adiados, estou muito feliz com o presente que Deus me proporcionou! Até porque, quando se faz aniversário não se ganha nem "passado" e nem "futuro", ganha-se PRESENTE! 
E o que não tem remédio, remediado está. O que não se encaixou, paciência. Já disse anteriormente, que fiz um acordo com o tempo, nem ele me persegue e nem eu corro dele. Como dizem por aí: segue o fluxo!
Paz e luz!


























Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber

Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando enquanto o tempo me deixar

Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas
De seu não respirar

Nesse mar
Os segundos insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só pra me afogar

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando enquanto o tempo me deixar passar.
Errando enquanto o tempo me deixar.

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando enquanto o tempo me deixar passar.
Errando enquanto o tempo me deixar.



21 de julho de 2014

Triste fim de Policarpo Quaresma

Há dois anos atrás, numa ação social da Prefeitura de Nova Iguaçu, peguei este livro na tenda da Secretaria de Cultura. O projeto era o seguinte: levar o livro gratuitamente e assim que acabasse de lê-lo, repassá-lo a outra pessoa. O slogan era o seguinte: a biblioteca é o mundo! Após ler este livre, liberte-o.
Em meio a tantas coisas para ler por conta dos estudos, minhas leituras por prazer acabam sendo muito vagarosas. Com um monte de livros "na fila" para ler, agora que terminei de ler este. 

Sinopse

"Quem era afinal, Policarpo Quaresma? Louco, visionário, um moderno Dom Quixote, para quem acima de tudo, se encontrava a Pátria com um ideal? Era tudo isso, mas acima de tudo, uma palha de pureza a navegar num oceano de podridão: tímido, discreto, ingênuo, representa, sob muitos aspectos, os próprios sentimentos que alimentaram a vida de seu criador, Afonso Henrique de Lima Barreto. Uma das obras básicas da bibliografia de Lima Barreto, é um livro escrito com todos os nervos, mas principalmente com o coração, e que se destina a quantos tenham orgulho de se sentir brasileiro." 

O personagem Policarpo Quaresma pagou caro por enxergar além e por manter-se firme em seus ideais. Em tempos recentes de Copa do Mundo, para quem pensa que patriotismo é futebol, ainda dá tempo de enxergar com olhos de ver.