21 de setembro de 2014

Doce novembro

Quem dera que cada erro se transformasse num acerto. 
Que cada mágoa plasmasse um sorriso. 
Que a dor mais doída fosse a de uma topada. 
Que não houvessem desencontros e nem hora marcada.
Que o tempo fosse um senhor generoso. 

Quem dera, que de janeiro a janeiro tivéssemos doces novembros. 
Que cada mês fosse como o último de nossas vidas e que por isso, vivêssemos cada simples segundo tão puramente e ao mesmo tempo tão intensamente, que jamais fôssemos capazes de esquecê-los. 







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