Quem dera que cada erro se transformasse num acerto.
Que cada mágoa plasmasse um sorriso.
Que a dor mais doída fosse a de uma topada.
Que não houvessem desencontros e nem hora marcada.
Que o tempo fosse um senhor generoso.
Quem dera, que de janeiro a janeiro tivéssemos doces novembros.
Que cada mês fosse como o último de nossas vidas e que por isso, vivêssemos cada simples segundo tão puramente e ao mesmo tempo tão intensamente, que jamais fôssemos capazes de esquecê-los.
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