Essa música é uma poesia! Quisera eu a inspiração de escrever algo tão doce e profundo simultaneamente, mas até a inspiração anda fugida de mim, rsrsrs.
Palavras não bastam, não dá pra entender
E esse medo que cresce não para
É uma história que se complicou
Eu sei bem o porquê
Qual é o peso da culpa que eu carrego nos braços
Me entorta as costas me dá um cansaço
A maldade do tempo fez eu me afastar de você
E quando chega a noite e eu não consigo dormir
Meu coração acelera e eu sozinha aqui
Eu mudo o lado da cama, eu ligo a televisão
Olhos nos olhos do espelho e o telefone na mão
Pro tanto que eu te queria o perto nunca bastava
E essa proximidade não dava
Me perdi no que era real e no que eu inventei
Rescrevi as memórias, deixei o cabelo crescer
E te dedico uma linda história confesso
Nem a maldade do tempo consegue me afastar de você
Te contei tantos segredos que já não eram só meus
Rimas de um velho diário que nunca me pertenceu
Entre palavras não ditas, tantas palavras de amor
Essa paixão é antiga e o tempo nunca passou
E quando chega a noite e eu não consigo dormir
Meu coração acelera e eu sozinha aqui
Eu mudo o lado da cama, eu ligo a televisão
Olhos nos olhos do espelho e o telefone na minha mão.
Impressionante como viajar é algo maravilhoso! Se pudesse, eu gastaria todo dinheiro do mundo viajando. Não sei como há quem prefira gastar R$ 300,00 numa bolsa a ir ali numa cidadezinha, hospedar-se numa simples pousada e ter o imenso prazer de conhecer um novo lugar.
Infelizmente não é possível gastar todo dinheiro viajando, mas com um pouquinho de planejamento e aproveitando as oportunidades que a vida oferece, retornei ao Rio Grande do Norte e fui também a Pernambuco.
Após 3 anos sem ver minha família, pude matar a saudade de nossas resenhas. Com ajuda deles, conheci lugares que ainda não conhecia no Rio Grande do Norte e voltei em alguns que me trazem uma paz maravilhosa. Tive o imenso prazer de passar um fim de semana ao lado daqueles que amo tanto e sinto muita falta, conhecendo Porto de Galinhas - PE.
Após tudo isso, retorno muito agradecida a minha rotina e com a bateria recarregada para mais luta e evolução. Namastê! Carpe Diem!
Esse texto maravilhoso eu achei rodando no facebook. Gostaria de dar um oscar para esse rapaz, porque é exatamente isso que eu penso. Nós não precisamos nos preocupar com coisas inimagináveis. Homens não precisam pensar em teorias mirabolantes para crucificar iniciativas feministas. Para justificar o feminismo, basta pensar em pequenas coisas do dia a dia. Aquelas coisas que chamam de palhaçada, mas é que essa grosseria já tornou-se tão normal, que não se consegue enxergar a violência machista desse comportamento. E não precisa pensar nas feminazis como dizem por aí, basta apenas pensar na sua filha, na sua mãe, na sua irmã, na sua esposa. Elas vivem essas coisas também, sabia? Essas e muito mais.
Sempre ouvi do meu pai que homens gostavam de mulheres independentes. Sinto muito, pai, errado. Quanto mais submissa, melhor! Por conta da independência e principalmente pela ausência de um relacionamento (que ningúém é obrigado a ter), passei a conviver com machismos ridículos. Comportamentos covardes, infantis e inaceitáveis! Por isso sou fã da empatia. Pensa na sua mãe, pensa na sua irmã. Depois volta aqui e a gente conversa.
Parabéns Mario Feitosa, seu texto lacrou!
"Somos homens. E eu vou usar linguagem "de homem", p'ra tentar ficar mais claro.
Ninguém nos apalpa no caminho do banheiro, na balada, puxa nosso cabelo ou nosso braço, ou sussurra "vagabundo" no pé do nosso ouvido apenas porque queremos mijar.
Ninguém nos encoxa no metrô ou no ônibus, goza na nossa calça ou no nosso ombro, filma escondido a gola da camisa e publica em site pornô.
Ninguém fotografa nossa bunda e envia por Whatsapp. Ninguém coloca câmera escondida p'ra filmar por baixo de nossas bermudas na rua.
Ninguém pega foto do nosso pau ou vídeo gravado transando p'ra tirar onda com as amiguinhas de como nós somos gostosos e que vagabundos nós somos.
Ninguém se vinga de fim de relacionamento expondo nossa intimidade na Internet, p'ra familiares, amigos, chefes.
Nenhum taxista, por mais bêbado que estivesse, me levou p'ra um matagal em vez do destino que pedi.
Nunca fui seguido na rua, voltando do trabalho, e temi coisa alguma senão perder o celular ou a carteira.
Nenhuma mulher nojenta ficou se lambendo ou esfregando a mão enquanto eu atravesso a rua.
Nenhum assaltante jamais enfiou a mão na minha calça ou tentou me beijar à força.
Ninguém nunca me ameaçou a vida depois de uma bota.
Ninguém nunca ameaçou meu emprego a troco de sexo.
Nunca tive medo de circular de noite ou de dia e ser vítima de um estupro.
Meu salário é oferecido de acordo à minha qualificação e estado do mercado. Só.
Minha liberdade sexual é garantida pelos bagos que carrego, e, inclusive, quanto mais mulheres eu colecionar, mais foda eu sou.
Ninguém espera que eu largue o trabalho e dedique minha vida a filhos, quando eles nascerem.
Ninguém vai me chamar de puto se desejar tomar uma cerveja no fim do expediente.
Ninguém vai criar qualquer conceito sobre mim senão baseado nas minhas reais atitudes.
Então, fera, veja em quantos pontos supracitados você se enquadra e me conta como é bacana a vida sem essa violência indireta ou direta, como é simples viver assim.
Lembra desse papo quando nomear "vitimismo", "mimimi", "falta de rola", "louça p'ra lavar", enfim, os clichês que a gente conhece bem.
Não precisa pensar na desconhecida não: pensa na sua mãe, sua irmã, sua companheira, sua filha... Faz o mais forte exercício de empatia do mundo, que é se colocar no lugar delas, volta aqui e me chama de "feministo". Aguardo ansiosamente.
Estava eu buscando uma leitura leve e rápida para a viagem de férias. Na pressa e sem qualquer critério, comprei um livro do autor do badalado A culpa é das estrelas. Não sei se dei a sorte ou o azar de pegar o primeiro romance que ele escreveu, mas digo que se não foi, se aproximou bastante de ser a pior coisa que já li na vida. Não pela mania dele matar os personagens. Isso é normal, quantas vezes nós não "matamos nossos personagens" nessa vida? O problema é que o cara é totalmente sem pé nem cabeça!
Do livro inteiro eu só gostei de uma frase: "se as pessoas fossem chuva, eu seria uma garoa e ela, um furacão."
Não estou disposta a ler mais nada de John Green, mas talvez eu me arrisque a ver o filme A culpa é das estrelas, porque uma coisa intrigou-me: a maneira como o autor carrega de culpa as suas estórias. Como ele faz com que os personagens lidem com a culpa. Lidar com culpa é algo que ou você aprende, ou você aprende.
O livro só valeu a pena pela meia dúzia de páginas finais, por se tratar de uma edição comemorativa, onde o autor responde a algumas perguntas de fãs, sobre a trama do livro.
" Mas é possível sentir culpa e ter também outros sentimentos, e para mim há muita esperança nisso. Ainda sinto tristeza em relação a coisas tristes que aconteceram comigo; ainda sinto culpa por coisas que fiz ou deixei de fazer; mas sinto também outras coisas - alegria e indulgência e amor, e por aí vai - que só sinto porque segui em frente."
"As perguntas que não respondi no livro são as que não quis responder ou achei que não deveria responder.
Ao longo da nossa vida surgem questões, questões importantes, que precisam e merecem ser respondidas, mas que ainda assim ficam sem resposta.
Alguns mistérios em torno de mortes, amizades, romances e religião jamais serão solucionados de um modo que você ache satisfatório. Para mim, a questão interessante é: você consegue continuar a viver uma vida de esperança diante da incerteza insolúvel? Precisamos encontrar uma maneira de conviver com ambiguidades sem sermos consumidos pelas grandes ausências de resposta."
Ainda lembro perfeitamente, no ano de 2010, a chamada de estréia da série Game of Thrones no canal HBO e meu imediato interesse. Foi assistir o primeiro episódio da primeira temporada e ficar totalmente envolvida na trama.
Desde então, acompanho fielmente a série que já está em sua quinta temporada, e é exibida em apenas dez capítulos anuais, por ser uma mega produção.
Pela primeira vez, agradeci por ver a estória antes de ler. É muito complexa e detalhista, muitos personagens, teias, enfim é uma Guerra dos Tronos! Luta e ambição por conquista de terras e poder. É épico, geográfico, religioso, político, libidinoso e tudo mais que se possa imaginar.
Decidi que leria todos os livros, que são 5 com uma média de 600 páginas cada um. Lerei sem pressa, mergulhando mais ainda na inteligente e intrigante estória.
Chego a pensar como a mente de um cara bola uma trama dessas! Sensacional!
Sempre bom ler e aprender mais do assunto, a mim muito interessa, a teoria e a prática. Uma pequena forma de ajudar a si mesmo nessa caminhada evolutiva e principalmente ajudar a quem precisa de uma troca de energia. O estudo é fundamental para a prática.
Esse livro aborda algumas passagens mediúnicas, sob a narrativa de diversos autores, o que torna a leitura dinâmica e heterogênea.
Não tenha filhos. Foi o que eu disse a uma amiga de 39 anos, linda, bem-sucedida e em crise no casamento. Explico. Ela sempre sonhou rodar o mundo. Estudar línguas. Escrever livros, fazer mestrado, correr a São Silvestre. É curiosa, desbravadora e tem dúvidas. Não sabe se quer morar no Brasil, se vai mudar de profissão, se seu desejo é namorar o marido e não estar casada. Tem o coração mais irrequieto, rebelde e desbravador que conheço. Só que três vezes por semana, de três pessoas diferentes, ela escuta as perguntas: "E pra quando é o herdeiro?", "Vocês não vão engravidar?", "Não falta um neném?". Não, não falta. E eu sou a mãe mais coruja e apaixonada do mundo. Minha vida se encheu de cor por causa do Miguel, mas eu continuo empunhando a bandeira: mulheres não são reprodutoras. Mulheres são muito mais do que isso. Uma mulher pode ser completa sem ser mãe? Lógico! Ela nasceu assim, um ser humano inteiro. A maternidade é uma linda jornada, mas quantas outras existem para um ser humano? Filho deve ser sonhado, ansiado, recebido com prazer. Não pode ser recibo para a sociedade. Não é justo. Isso só gera frustração: crianças entregues a babás e pais infelizes, cheios de tédio. Quantos você conhece assim?
Clarissa Monteagudo
Texto de uma colunista do Jornal Extra, que achei vagando pelo facebook, numa página feminista. Não que o texto seja necessariamente feminista, pelo contrário, ele traz uma ótima reflexão da sociedade e um apelo social fortíssimo.
No mundo fantástico e perfeito dos contos de fadas e também na música do Luan Santana, tem que ser "eu, você, dois filhos e um cachorro." O cachorro, geralmente quando dá muito trabalho, logo se livram do pobre animal. Os dois filhos são criados por avós, babás e jogados para a escola ensinar o que deveria ser ensinado em casa. O eu e você? Ahhh, o eu e você dura muito pouco desse jeito...
É um tal de ter filho para salvar casamento, filho porque o marido quis, porque a esposa quis, porque a família pressionou, porque já estava ficando velha... não sociedade, EU NÃO SOU OBRIGADA!
Nunca escondi o grande sonho de ter um filho, mas tampouco aceito receber pressão em relação a isso. É a jornada espiritual de ser mãe que me encanta e não satisfazer a ninguém! Apesar de ser um grande desafio espiritual, sabe-se que ter um filho demanda uma série de abdicações e investimentos, inclusive financeiros, portanto impossível ter um filho porque simplesmente "está na hora".
Clarissa Monteagudo sabe das coisas! O que vemos por aí são "pais infelizes e cheios de tédio". Acredito que um filho inesperado abala menos a relação de um casal, que o filho do "está na hora", porque o filho inesperado muitas vezes desperta nos pais a necessidade de ir a luta, de progredir, de unirem-se. Já.o filho do "está na hora" vem para cumprir uma cobrança e/ou preencher um vazio, sendo que é praticamente impossível fazer com que um ser que necessite de tanto amparo, dedicação e abdicação, faça um milagre na vida amorosa de um casal.
E sim, sou completa! Sonho o sonho sonhado de ter um filho, mas se não for possível, eu não vou deixar de plantar uma árvore e nem de escrever um livro. "A maternidade é uma linda jornada, mas quantas outras existem para um ser humano"?
Como de praxe, reflexão de mais um ano no currículo da vida! Completei 33 anos, a idade de Cristo!
Tanta coisa boa aconteceu entre o dia 29/07/2014 e o dia 29/07/2015, que só me resta agradecer e pedir a oportunidade de muitas outras coisas boas e que eu saiba administrar as ruins.
Que o próximo ano seja tão bom quanto este, em aprendizados e vitórias. Que este sorriso continue em meu rosto, apesar de qualquer pesar. Que a minha mente, espírito e coração estejam sempre aptos e abertos a novas vivências. "Que não se tenha pressa, mas também não se perca tempo". Que todos os sentimentos sejam sempre assim, livres, leves e soltos, "porque quando vira nó, já deixou de ser laço".
Aí Karina Dohme, você me representa! Sofro do mesmo "mal", o mal de saber "viver, sem ter a vergonha de ser feliz".
Já dizia a canção "amigo é coisa para se guardar do lado esquerdo do peito". A vida tem se encarregado de aproximar-me de antigos amigos, reforçar os laços dos que sempre estiveram aqui e apresentar-me novas pessoas, diversas e maravilhosas.
Existem os amigos que acompanham-nos desde a infância. Outros, conhece-se no decorrer da caminhada, mas lhe são tão íntimos que parece que já se conheciam desde outras encarnações. Há amigos tão queridos, que passam a fazer parte da família, por vezes, inclusive, são mais presentes que a própria família. Mesmo os amigos que se afastam por um tempo, devido a correria do dia a dia, sabe-se que eles ainda estão lá. Daqui a pouco vem a vida e os aproxima de novo. Bom mesmo seria se nos esforçássemos em nunca perdermos uns aos outros de vista!
Recentemente, no dia 20 de julho, comemoramos o dia do amigo. Eu, e algumas queridas, que a vida com toda sua reviravolta nunca nos afastou por completo, fomos comemorar em grande estilo. Aproveitamos e já fizemos o pré niver. Sensação de liberdade, sem erro, sem pesos, sem questionamentos, sem mágoas! Maravilhoso poder conhecer lugares novos! Viver um momento, que para alguns complexo, para nós simples, foi algo que sempre despertou curiosidade. Hoje colocamos no currículo, fechamos a malinha de boas lembranças e vamos seguindo.
Quantas celebrações mais iremos fazer pela frente? Deus permita que várias! Sex and the City e viva a diversidade!
Dia das mães passou e é sempre especial! Momento em que se percebe o quão é importante o papel da mulher e da mãe na sociedade. Momento em que se vê a reunião de famílias e o carinho que elas merecem.
Um sonho, sim eu tenho um sonho! E eu te vejo nos meus sonhos! Se não for nessa vida, será em outra. Se não for dessa forma, será de outra. Vai ser! Estou aqui lutando para cumprir o que prometi para você, meu anjo. E nesse dia, meu coração que já não suporta o pouco a muito tempo, nesse dia meu coração transbordará...
Já tinha lido a história de Joana Dar`c na época do cursinho pré-vestibular, assim como vi o filme, um grande épico.
Toda revolucionária encanta-me, não escondo de ninguém. Porém aqui, estamos falando de Joana por Joana, psicografada por um grande médium León Denis.
A leitura é pesada, teve de ser interrompida algumas vezes, não é para qualquer um. Mas é Joana Dar`c e ponto.
"Nota-se mesmo a mais, na da virgem, um especial elemento de poesia: é que ela era mulher e, entre as mulheres, uma das mais sensíveis e das mais ternas. Coisa singular e emocionante: essa guerreira teve o dom de pacificar e de unir. Tudo ela atrai a si. Os ingleses, que a imolaram, são hoje os seus mais ardorosos partidários; na própria França, para todos aqueles cujas almas o vento do cepticismo não secou, as divergências na maneira de ver o que lhe diz respeito se esbatem e desvanecem numa veneração comum."
Sabe, hoje consigo compreender os que optam por comodismo. Compreendo também os que optam por bengala. E também os que optam por companhia. Porém quando ultrapassa-se da carência para solidão, já não se aceitam migalhas...
Quando a dor te transforma num ser capaz de cuidar de si próprio, acredite... fodeu! Pobre dos que se aproximarem. E pobre de você também!
Quando a vida te chacoalha tão forte a ponto de você se reinventar, as velhas coisas já não cabem mais lá. Os mesmos erros não te atraem. Até os medos mudam de lugar! Vive-se a fraqueza (ou a força) de acreditar na genuinidade dos sentimentos. Tem-se fé na vida! Aí você começa a compreender aqueles que optam por felicidade!
Sabe, existem dias e noites em que são tantas as opções... nesses, celulares seriam facilmente jogados na latrina! O facebook não supre meu status de relacionamento. O whatsapp online, piscando freneticamente, não me abraça apertado. A lista de contatos não atende ao meu pedido de colo. E certamente o messenger não conhece meu amor.
Encoste em meus lábios somente se for capaz.
Curve-se em minhas curvas somente se não for fugaz.
Siga pelo meu sexo somente se for audaz.
Estacione em meu coração somente se for paz.
Independente de homens ou mulheres, apreciadores de vinhos vão encantar-se com este livro! Contos de situações corriqueiras sobre o amor e o desamor, regadas a um vinho, sempre com a casta escolhida para aquela determinada ocasião, seja ela boa ou ruim. No final, um glossário que me deixou com água na boca de entender e experimentar mais vinhos.
E vinho é assim: sozinho é bom, acompanhado melhor ainda. Se for para chorar é bom, se for para sorrir... ah se for para sorrir... me convida!
" Boa leitura, bons vinhos e mulheres especiais: uma combinação imperdível!"
O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas quase silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado. Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer. Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa nem quer nada do muito. Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. É feito de compreensão, música e mistério. É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber. Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento. Basta-se com a própria existência. Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado. O amor maduro é a regeneração de cada erro. Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa. Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois. Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes. Ele não pede, tem. Não reivindica, consegue. Não persegue, recebe. Não exige, dá. Não pergunta, adivinha. Existe, para fazer feliz. Só teme o que cansa, machuca ou desgasta.
Artur da Távola
Texto que me foi brilhantemente recomendado. Não poderia ser mais acertado!
Vivemos na era da correria. Um estresse deselegante, por vezes. Ao longo de nossos dias recebemos cumprimentos, palavras educadas, mas dificilmente alguém se aprofunda em conversas, principalmente com essa maldita modernidade de redes sociais e afins. Raramente alguém lhe pergunta como tem passado e quando pergunta é superficialmente.
De vez em quando, alguém te lembra como deveria ser a vida real. Hoje foi um desses dias. Alguém teve a sensibilidade de notar meu comportamento desmotivado e totalmente letárgico. Alguém que podia simplesmente chamar-me atenção e pouco se importar como o que me passava. Estava preparada para, com toda razão, ser repreendida. Porém o que ouvi foram palavras de motivação, preocupação genuína, gentiliza e solidariedade. Ganhei um abraço totalmente despretensioso e acolhedor, que envergonhadamente desarmou-me e levou-me às lágrimas.
Como é bom saber que ainda existem pessoas que, mesmo alheias, realmente prestam atenção no seu semelhante e que tem o real desejo de ajudar o próximo a crescer!
Obrigada por lembrar-me de como devo valorizar e acolher os que precisam de mim. Obrigada por lembrar-me que ninguém é autossuficiente o tempo inteiro e nem precisa ser. Obrigada por lembrar-me que sim, posso contar com alguém. Farei o possível para não desapontar novamente!
Sabe o que é realmente deprimente? É que, com tanta coisa para fazer na vida e na internet, você ainda perde seu tempo vindo aqui me ofender.
Sabe o que é realmente deprimente? O fato de eu te incomodar tanto. Por quê, meu Deus?
Sabe o que é realmente deprimente? Aliás deprimente não, engraçado. Você achar que sabe do que ou de quem eu estou falando e não faz a mínima ideia do que realmente significa, rsrs.
Se você não tem nada de bom a dizer para mim ou qualquer outra pessoa, não abra a boca, apenas siga. Você verá que as energias em torno de você irão melhorar bastante.
Dessa vez, tirei uns minutos para responder seus comentários maldosos, para ver se de uma vez por todas, fiquem claras duas coisas:
Primeiro, não represento nenhuma ameaça para você e nem quero. Já pode ir lá ser feliz e parar de mágoas. Não olhe para trás!
Segundo, não se incomode e/ou preocupe comigo. Estou vivendo a vida conforme meu merecimento e Deus tem sido extremamente generoso, não tenho do que reclamar.
Não lido bem com a saudade.
Não essa saudade "do mal". Essa que nunca mais vamos ver e ter por perto quem amamos.
Essa semana, em especial, saudade de você vó.
Tenho certeza que você saberia cuidar muito melhor da mamãe do que eu estou cuidando. Saberia inclusive, cuidar melhor de mim do que eu mesma.
Saudade... dos mortos e dos mortos-vivos.
BYE BYE
This is for
my peoples who just lost somebody
Your best friend, your baby, your man, or your lady