15 de agosto de 2010

Sex and the City 2

O segundo filme consegue ser melhor ainda do que o primeiro. E olha que não levei fé que isso fosse acontecer!
Acho que nunca me senti " tão Sex and the City " quanto neste segundo filme. Eu me achava muito Carrie, com ascendente em Samanta, mas neste filme não consegui me auto definir. Me via em todas!
Senti-me em Samanta, nas suas alterações hormonais devido a menopausa (eu tenho TPM todo mês!) e seu eterno "fogo". Sem falar nas suas transgressões de regras. Eu choquei as pessoas quando decidi não me casar legalmente. Danem-se os preconceituosos!
Charlotte que tanto lutou por filhos, largou sua carreira pela família e agora as "criancinhas abençoadas" estão enloquecendo sua vida. Além da babá gostosona, mas que as crianças adoram. Ainda não cheguei nessa fase, não sei se chegarei, mas caso chegue, comigo não será diferente. Será pior, porque não posso me dar o luxo de ter uma babá! Ò paí ó!
Senti-me Miranda, mesmo que indiretamente, pois vivo isso a três anos. Pessoa que prioriza o trabalho, não curte a família, nunca tem tempo de nada, não vê o filho crescer e se culpa por isso.
Por fim, senti-me profundamente como Carrie e sua crise no casamento, com tão pouco tempo de casada. O mundo deu voltas e ela acabou casando com o homem de sua vida, mas agora não sabe o que fazer com o marasmo que virou o seu casamento, e revolta-se com a TV LCD, full HD, mas sei-lá-o-quê, em seu quarto (essa foi a melhor parte!)
Bom, como esses assuntos foram abordados no filme, e por ser este um filme que aborda o cotidiano de grandes cidades e mulheres, concluo que as situações são corriqueiras e comuns a partes significativas das pessoas. Ufa, que alívio!
O bom dos filmes é que eles têm um final feliz... sempre!

Nenhum comentário: