18 de novembro de 2015

A noite

Essa música é uma poesia! Quisera eu a inspiração de escrever algo tão doce e profundo simultaneamente, mas até a inspiração anda fugida de mim, rsrsrs.


Palavras não bastam, não dá pra entender
E esse medo que cresce não para
É uma história que se complicou
Eu sei bem o porquê

Qual é o peso da culpa que eu carrego nos braços
Me entorta as costas me dá um cansaço
A maldade do tempo fez eu me afastar de você

E quando chega a noite e eu não consigo dormir
Meu coração acelera e eu sozinha aqui
Eu mudo o lado da cama, eu ligo a televisão
Olhos nos olhos do espelho e o telefone na mão

Pro tanto que eu te queria o perto nunca bastava
E essa proximidade não dava
Me perdi no que era real e no que eu inventei
Rescrevi as memórias, deixei o cabelo crescer
E te dedico uma linda história confesso
Nem a maldade do tempo consegue me afastar de você

Te contei tantos segredos que já não eram só meus
Rimas de um velho diário que nunca me pertenceu
Entre palavras não ditas, tantas palavras de amor
Essa paixão é antiga e o tempo nunca passou

E quando chega a noite e eu não consigo dormir
Meu coração acelera e eu sozinha aqui
Eu mudo o lado da cama, eu ligo a televisão
Olhos nos olhos do espelho e o telefone na minha mão.


9 de novembro de 2015

Férias

Impressionante como viajar é algo maravilhoso! Se pudesse, eu gastaria todo dinheiro do mundo viajando. Não sei como há quem prefira gastar R$ 300,00 numa bolsa a ir ali numa cidadezinha, hospedar-se numa simples pousada e ter o imenso prazer de conhecer um novo lugar. 
Infelizmente não é possível gastar todo dinheiro viajando, mas com um pouquinho de planejamento e aproveitando as oportunidades que a vida oferece, retornei ao Rio Grande do Norte e fui também a Pernambuco.
Após 3 anos sem ver minha família, pude matar a saudade de nossas resenhas. Com ajuda deles, conheci lugares que ainda não conhecia no Rio Grande do Norte e voltei em alguns que me trazem uma paz maravilhosa. Tive o imenso prazer de passar um fim de semana ao lado daqueles que amo tanto e sinto muita falta, conhecendo Porto de Galinhas - PE. 
Após tudo isso, retorno muito agradecida a minha rotina e com a bateria recarregada para mais luta e evolução. Namastê! Carpe Diem!


















30 de outubro de 2015

"Feministo"

Esse texto maravilhoso eu achei rodando no facebook. Gostaria de dar um oscar para esse rapaz, porque é exatamente isso que eu penso. Nós não precisamos nos preocupar com coisas inimagináveis. Homens não precisam pensar em teorias mirabolantes para crucificar iniciativas feministas. Para justificar o feminismo, basta pensar em pequenas coisas do dia a dia. Aquelas coisas que chamam de palhaçada, mas é que essa grosseria já tornou-se tão normal, que não se consegue enxergar a violência machista desse comportamento. E não precisa pensar nas feminazis como dizem por aí, basta apenas pensar na sua filha, na sua mãe, na sua irmã, na sua esposa. Elas vivem essas coisas também, sabia? Essas e muito mais. 
Sempre ouvi do meu pai que homens gostavam de mulheres independentes. Sinto muito, pai, errado. Quanto mais submissa, melhor! Por conta da independência e principalmente pela ausência de um relacionamento (que ningúém é obrigado a ter), passei a conviver com machismos ridículos. Comportamentos covardes, infantis e inaceitáveis! Por isso sou fã da empatia. Pensa na sua mãe, pensa na sua irmã. Depois volta aqui e a gente conversa.
Parabéns Mario Feitosa, seu texto lacrou!


"Somos homens. E eu vou usar linguagem "de homem", p'ra tentar ficar mais claro.
Ninguém nos apalpa no caminho do banheiro, na balada, puxa nosso cabelo ou nosso braço, ou sussurra "vagabundo" no pé do nosso ouvido apenas porque queremos mijar.
Ninguém nos encoxa no metrô ou no ônibus, goza na nossa calça ou no nosso ombro, filma escondido a gola da camisa e publica em site pornô.
Ninguém fotografa nossa bunda e envia por Whatsapp. Ninguém coloca câmera escondida p'ra filmar por baixo de nossas bermudas na rua.
Ninguém pega foto do nosso pau ou vídeo gravado transando p'ra tirar onda com as amiguinhas de como nós somos gostosos e que vagabundos nós somos.
Ninguém se vinga de fim de relacionamento expondo nossa intimidade na Internet, p'ra familiares, amigos, chefes.
Nenhum taxista, por mais bêbado que estivesse, me levou p'ra um matagal em vez do destino que pedi.
Nunca fui seguido na rua, voltando do trabalho, e temi coisa alguma senão perder o celular ou a carteira.
Nenhuma mulher nojenta ficou se lambendo ou esfregando a mão enquanto eu atravesso a rua.
Nenhum assaltante jamais enfiou a mão na minha calça ou tentou me beijar à força.
Ninguém nunca me ameaçou a vida depois de uma bota.
Ninguém nunca ameaçou meu emprego a troco de sexo.
Nunca tive medo de circular de noite ou de dia e ser vítima de um estupro.
Meu salário é oferecido de acordo à minha qualificação e estado do mercado. Só.
Minha liberdade sexual é garantida pelos bagos que carrego, e, inclusive, quanto mais mulheres eu colecionar, mais foda eu sou.
Ninguém espera que eu largue o trabalho e dedique minha vida a filhos, quando eles nascerem.
Ninguém vai me chamar de puto se desejar tomar uma cerveja no fim do expediente.
Ninguém vai criar qualquer conceito sobre mim senão baseado nas minhas reais atitudes.
Então, fera, veja em quantos pontos supracitados você se enquadra e me conta como é bacana a vida sem essa violência indireta ou direta, como é simples viver assim.
Lembra desse papo quando nomear "vitimismo", "mimimi", "falta de rola", "louça p'ra lavar", enfim, os clichês que a gente conhece bem.
Não precisa pensar na desconhecida não: pensa na sua mãe, sua irmã, sua companheira, sua filha... Faz o mais forte exercício de empatia do mundo, que é se colocar no lugar delas, volta aqui e me chama de "feministo". Aguardo ansiosamente.

Quem é você, Alasca?

Estava eu buscando uma leitura leve e rápida para a viagem de férias. Na pressa e sem qualquer critério, comprei um livro do autor do badalado A culpa é das estrelas.  Não sei se dei a sorte ou o azar de pegar o primeiro romance que ele escreveu, mas digo que se não foi, se aproximou bastante de ser a pior coisa que já li na vida. Não pela mania dele matar os personagens. Isso é normal, quantas vezes nós não "matamos nossos personagens" nessa vida? O problema é que o cara é totalmente sem pé nem cabeça! 
Do livro inteiro eu só gostei de uma frase: "se as pessoas fossem chuva, eu seria uma garoa e ela, um furacão."
Não estou disposta a ler mais nada de John Green, mas talvez eu me arrisque a ver o filme A culpa é das estrelas, porque uma coisa intrigou-me: a maneira como o autor carrega de culpa as suas estórias. Como ele faz com que os personagens lidem com a culpa. Lidar com culpa é algo que ou você aprende, ou você aprende. 
O livro só valeu a pena pela meia dúzia de páginas finais, por se tratar de uma edição comemorativa, onde o autor responde a algumas perguntas de fãs, sobre a trama do livro.

" Mas é possível sentir culpa e ter também outros sentimentos, e para mim há muita esperança nisso. Ainda sinto tristeza em relação a coisas tristes que aconteceram comigo; ainda sinto culpa por coisas que fiz ou deixei de fazer; mas sinto também outras coisas - alegria e indulgência e amor, e por aí vai - que só sinto porque segui em frente."

"As perguntas que não respondi no livro são as que não quis responder ou achei que não deveria responder.
Ao longo da nossa vida surgem questões, questões importantes, que precisam e merecem ser respondidas, mas que ainda assim ficam sem resposta.
Alguns mistérios em torno de mortes, amizades, romances e religião jamais serão solucionados de um modo que você ache satisfatório. Para mim, a questão interessante é: você consegue continuar a viver uma vida de esperança diante da incerteza insolúvel? Precisamos encontrar uma maneira de conviver com ambiguidades sem sermos consumidos pelas grandes ausências de resposta."

Precisamos mesmo Sr. Green.


24 de outubro de 2015

Conclusão Fatídica

Você foi a pior das minhas dores
Eu fui o melhor dos seus desprezos
Nós fomos o nada do meu tudo
E todo tudo ainda é tão nada...


Naná Kavaliauskaite - 22/10/2015

21 de outubro de 2015

Game of Thrones - As Crônicas de Gelo e Fogo

Ainda lembro perfeitamente, no ano de 2010, a chamada de estréia da série Game of Thrones no canal HBO e meu imediato interesse. Foi assistir o primeiro episódio da primeira temporada e ficar totalmente envolvida na trama. 
Desde então, acompanho fielmente a série que já está em sua quinta temporada, e é exibida em apenas dez capítulos anuais, por ser uma mega produção. 
Pela primeira vez, agradeci por ver a estória antes de ler. É muito complexa e detalhista, muitos personagens, teias, enfim é uma Guerra dos Tronos! Luta e ambição por conquista de terras e poder. É épico, geográfico, religioso, político, libidinoso e tudo mais que se possa imaginar.
Decidi que leria todos os livros, que são 5 com uma média de 600 páginas cada um. Lerei sem pressa, mergulhando mais ainda na inteligente e intrigante estória.
Chego a pensar como a mente de um cara bola uma trama dessas! Sensacional!
Bom, primeiro livro, missão cumprida! 



Um pouco mais sobre a Mediunidade

Sempre bom ler e aprender mais do assunto, a mim muito interessa, a teoria e a prática. Uma pequena forma de ajudar a si mesmo nessa caminhada evolutiva e principalmente ajudar a quem precisa de uma troca de energia. O estudo é fundamental para a prática.
Esse livro aborda algumas passagens mediúnicas, sob a narrativa de diversos autores, o que torna a leitura dinâmica e heterogênea.