3 de agosto de 2011

Preta Gil

Não dava nada por ela! Sempre achei que ela fosse mais uma "porra louca" na vida!
Recentemente, me chamou a atenção o posicionamento dela em relação à polêmica gay, quando encarou a mídia, políticos poderosos e manteve, mesmo assim, o seu posicionamento. Achei interessante.
Como cantora, não sei se o talento é tão grande, mas o show é maravilhoso, muito animado!!!! Ela faz o público "tremer"! Bom, não errei na parte do "porra louca", pois isso ficou bem claro no show.
Hipocrisia, às vezes é um mal necessário, mas vamos combinar?  Sou uma admiradora da autenticidade!


STEREO

Só vou te contar porquê você ja é de casa
Eu tenho um lado doce que quase ninguém vê
Se dou festa, trato bem até quem chega de penetra
Quem me beija não consegue me esquecer...

Tudo me interessa
Tudo tem mistério
Sou devota da paixão
Menina e menino
Pego em estéreo
Mas não venha grudar, não

Ja tá totalmente sem noção
Ligar de madrugada pra me aborrecer
Depois de me ganhar você quer me perder

Eu ponho quem eu quero aqui no meu colchão
E se não me abalou eu trato de esquecer
É que eu também sou feita de deixar de ser

Só vou te contar porquê voce ja é de casa
Eu tenho um lado doce que quase ninguém vê
Se dou festa, trato bem até quem chega de penetra
Quem me beija nao consegue me esquecer...

Tudo me interessa
Tudo tem mistério
Sou devota da paixão
Menina e menino
Pego em estéreo

Mas não venha grudar, não.



24 de julho de 2011

Caldeirão do Huck

Não sou a favor do assistencialismo, essa coisa de "dar o peixe e não ensinar a pescar", não sei não... 
Dentro dessa linha, odeio esses programas de televisão e reportagens que se aproveitam das dificuldades das pessoas para ganhar audiência. Ou os atores, que dizem que já passaram dificuldades, fizeram isso ou aquilo para sobreviver, blá, blá, blá... Ora, ora, quem não passa dificuldades nessa vida?
Agora existe um cara que eu admiro, pois ele soube fazer serviço social na TV e não assistencialismo. É o Luciano Huck. Sinceramente, não sei como ele é na vida pessoal, mas acho um profissional maravilhoso. Ele, através do quadro Lar Doce Lar, proporciona a realização de um sonho para as pessoas, mas as fornece instrumentos para que possam continuar vivendo esse sonho. Geralmente ele reforma a casa e incentiva a geração de renda para as pessoas continuarem se mantendo, através de algo que elas já façam ou possam fazer. Tudo isso, através de parcerias com empresários, pois ninguém é papai noel e não dá para mudar o mundo sozinho.
E quanto a audiência? É claro que se pensa na audiência, afinal ninguém entra em um negócio que não seja "lucrativo". E quem disse que marketing social, responsabilidade social, emrpresa solidária e etc. não foram "inventados" para agregar valor as empresas e gerar lucro? Ledo engano... mas pelo menos que alguém saia ganhando com essa história. Alguém além dos empresários e do governo. E é isso que eu acho que o Luciano Huck tenta fazer.
Outro dia, tomei conhecimento que ele também ajuda em um projeto de recolocação profissional de ex-presidiários. E tantos outros projetos que não são divulgados, pois os próprios parceiros dizem que ele não gosta de divulgar tudo o que faz. Admirável criatura!
E falando em Lar Doce Lar, outro dia assistindo o quadro, vi uma família (uma mãe e duas filhas adolescentes), que sobreviviam com R$ 300,00 que a mãe ganhava. Apesar disso, as meninas estudavam, uma fazia aula de violino inclusive. A casa era arrumada, na medida do possível e elas tinham dentro de casa um quadro, onde escreviam as metas que gostariam de atingir na vida. O que mais me impressionou, foi saber que as  meninas nunca, eu disse nunca, tinham saído para comprar roupas. E a gente ainda reclama da vida...

Preciosa

Estive vendo o filme Preciosa e ele é realmente uma verdadeira história de esperança e superação de limites, para todos nós.
Meu amigo já havia me indicado este filme a algum tempo, mas só agora tive a oportunidade de assisti-lo. Ele também fez um post em seu blog sobre o filme e realmente não tem como deixar de comentar.
É realmente uma preciosidade! Aliás, não é não! É um tapa na cara dos americanos e do seu "american way of life". Os americanos adoram fazer filmes nos quais eles são os salvadores do mundo. Não só na ficção, mas eles  realmente acham que são os donos do mundo. 
Na verdade eu acho que o filme é um tapa na cara de todos nós. Nós, povo brasileiro, que cultuamos o estrangeiro e achamos que só aqui é que existe AIDS, estupro, criança carente, mendigo, preconceito... Lá fora é tão maravilhoso, não é mesmo? Pois é, ao assistir o filme "O capitalismo - uma história de amor"  torna-se bem fácil entender,  como os EUA se tornaram um país de primeiro mundo. Com certeza vai dar vontade de mandar o "american way of life" para aquele lugar.

18 de junho de 2011

Dormir, para o dia nascer feliz

Hoje, após poucas horas de sono, amanheci querendo gritar.
Uma necessidade imensa de compartilhar a minha depressão, irritação, desespero, nem sei mais o que é.
Eu já não consigo mais carregar essa cruz sozinha, preciso dividir com alguém, preciso gritar!
Minha avó sempre dizia que "quando um não quer, dois não brigam", mas e quando um quer, a gente faz o quê? Briga ou varre a sujeira para debaixo do tapete? Estou virando uma especialista em fingir que nada está acontecendo...
Será que se eu gritasse e colocasse toda essa mágoa para fora as pessoas entendenriam? Será que elas compreenderiam o porquê de algumas atitudes minhas? Será que ajudaria a resolver o problema?
Eu queria mesmo era dormir. "Dormir para o dia nascer feliz. Essa é a vida que eu quis".

Nem sempre vou sorrir, pois às vezes preciso chorar.
Nem sempre vou sair, pois é hora de chegar.
Eu vou fingir, porque quero acreditar.
Quero dormir, pois estou cansada de me magoar.

Naná

12 de junho de 2011

Dia dos Namorados

Vou confessar uma coisa cafona e patética: quando era solteira tinha pavor do dia dos namorados. Eu odiava aquelas propagandas na TV, todo o apelo comercial pelos shoppings, até as filas dos móteis me irritavam.
Incrível, mas nada mudou! Essas peças que a vida nos prega...

Queria dizer tantas coisas, mas essas mesmas coisas eu gostaria de esconder.
Queria ser perfeita e ao mesmo tempo não ser.
Queria que a força do meu pensamento tocasse você.
Queria me amar, te amar e não esquecer o quanto é bom viver.
 Naná


"Toda positividade eu desejo a você, pois precisamos disso nos dias de luta. O medo cega os nossos sonhos."

Charlie Brown Jr.  



7 de abril de 2011

Presentão 2 - Desabafo Ambeviano

E eis que chega o meu segundo tão esperado presente (esse eu posso contar): Humberto saiu da AMBEV!

Meu marido é um vitorioso de ter aguentado tanto assédio moral nessa empresa, e eu uma vitoriosa também, de ter conseguido conviver com inúmeras frustações que essa empresa me causou.
Ás vezes, eu comentava das minhas frustações e algumas pessoas achavam que eu estava exagerando. Abaixo seguem dois depoimentos de ex-colegas de trabalho dele, que eu tive oportunidade de conhecer, juntamente com a família. Depoimentos esses, que achei muito interessante, e que comprovam que eu não estava exagerando. 



Nobre amigo Humberto, estou sabendo agora que você saiu da AMBEV. Você tem que se orgulhar e muito da sua trajetória. Tive o prazer de trabalhar contigo e ver o quão capaz e competente você é. Talvez a pessoa mais competente com quem já trabalhei. Agora é uma nova vida, uma vida mais leve e tranqüila. Sabemos o quanto a AMBEV tira da pessoa e acha que devolve. Você vai ver o quanto é bom nos livramos de gente babaca, como alguns que se fingem de amigos, mas só nos fode quando tem uma oportunidade. Quaisquer coisas que precisar pode contar comigo. Grande abraço

31 de março às 22:29

Ismar Alencar



É verdade Ismar! O quanto de lavagem cerebral é feito em vocês, que os fazem acreditar que aquele ambiente degradante de competição, xingamento e escravidão é bom, só porque vocês têm a chance de TALVEZ ganhar um bônus no final do ano. Bem fez você, que largou essa merda e foi ver seu filho crescer!







Ismar, bom garoto, até que enfim saiu do armario! Colocou para fora! Assino embaixo Humberto, tivemos alguns stress na TI, peço desculpas a ti, porém a empresa realmente nos cega com pessoas muito babacas, eu já trabalhei em 5 multinacionais e esta foi a pior (em relação a gente) em processo é muito boa. Tanto que copio hoje aonde estou. E que me orgulho demais em ser o profissinal que sou! Sobre as pesosas babacas... mas a vida é assim. Rodeados por babacas, mas amparado pela familia e poucos bons amigos!
31 de março às 23:05


Andre Diogo


Verdade André! Por tantas vezes tentei abrir os olhos do Humberto, dizer que certas coisas não eram normais, mas parecia que realmente ele estava cego! Vendiam "peixe podre" como se fosse salmão!
A família realmente é muito importante nessa hora, porque não é qualquer um que suporta o que tive que suportar. Essa empresa quase afundou meu casamento! Aliás valores familiares estão bem distantes daquele ambiente...
Bom, agora é uma nova fase, sabemos que dificuldades e mudanças sempre existirão, mas acho que vamos poder viver mais dentro da normalidade. Acredito muito no potencial do Humberto e sei que ele ainda será recompensado de todo o seu esforço.


Esse foi meu desabafo AMBEVIANO, entalado em minha garganta a 4 anos.








10 de março de 2011

Amor Platônico

Estive pensando em como é chato gostar de alguém que não gosta de você. Gente, viver um amor platônico... fala sério! Isso é coisa para adolescente e olhe lá!

Eu sou a favor de todas as formas de amor: heterossexual, homossexual, de mãe, de freira, de animal de estimação, seja lá o que for, mas o platônico não dá.

Sempre me entreguei de cabeça, em todas as vezes que estive apaixonada, e me entrego até hoje ao amor pelo meu marido, mas nem quando era adolescente, fiquei perdendo tempo com quem não gostava de mim.

Acredito que essa coisa deve-se cortar pela raiz, logo no início. Apaixonou-se, o cara ou a garota não estão a fim, esquece! Anda com a fila, porque ficar sonhando com alguém que não te quer é perda de tempo.

Agora não estou falando de crise! Vivenciar uma crise em um relacionamento é diferente de viver um relacionamento que não existe. Relacionamentos passam por crises e aí sim, quando há amor, paixão e carinho, deve-se insistir até onde valer a pena, para ambas as partes. Em contrapartida, penso que o “valer a pena” está ligado a amor, paixão e carinho e NÃO a filhos, bens e dívidas (financeiras, emotivas ou psicológicas), senão vira amor platônico também, ou seja, aquele que você vive, mas não vive.