Sinceramente, muito longe de ser um best-seller, mas foi sim, segundo o New York Times.
Trágico como Nicholas Sparks adora, e sem final feliz (a vida imita a arte, ou vice-versa, nem sei mais, rsrs), mas genuinamente mostra um amor (verdadeiro, é claro).
Amar tanto, a ponto de fazer qualquer coisa para ver o outro feliz, inclusive abdicar deste amor.


Nenhum comentário:
Postar um comentário