Dúvida constante.
Medo alucinante.
Tristeza angustiante.
Costurando o que se rasgou.
Rezando por quem não voltou.
Tentando ser quem eu sou.
Passado invisível.
Presente insensível.
Futuro imprevisível.
Às vezes, os meses são capazes de ser tiplamente torturamentes, como dezembro.
Outras, eles são duplamente angustiantes, como janeiro.
E eu, perdida elevada a enésima potência.
Sem querer, esbarro na casquinha do machucado e ele sangra.
Sangra doído...
Será que é pecado sentir saudades do que nunca mais se terá? Ser for, perdão.
Nova Friburgo - RJ
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Búzios - RJ
Saquarema - RJ
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Rio das Ostras - RJ
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Trindade - RJ
Miguel Pereira - RJ
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