No dia 18/03 encarei 10 horas aproximadamente de provas, no período da manhã e da tarde, o que me deixou completamente "destruída" no fim do dia. As provas de português tinham 6 textos cada uma, muita coisa para ler e se ater. Apesar disso, lembro de que gostei muito de um texto de uma das provas e hoje busquei-o para colocar aqui.
Com outras palavras, e claro, bem melhores do que as minhas, mas no fundo foi exatamente o que eu estava pensando quando escrevi o meu pequeno texto, É tempo de incertezas, no dia 22 de fevereiro deste ano.
Aí vai:
Jamais nos atemos ao tempo presente. Antecipamos o futuro, algo demasiado lento por vir, como para acelerar seu curso; ou nos lembramos do passado, a fim de detê-lo, tão rápido nos parece. De tão imprudentes, vagamos nos tempos que não são nossos e deixamos de pensar no único que nos pertence. E de tão vãos, pensamos nos tempos que nada são e escapamos, sem refletir, do único que subsiste. É que o presente, de costume, nos fere. Ocultamo-lo da visão porque nos aflige; e se nos é agradável, lamentamos vê-lo escapar. Esforçamo-nos para sustentá-lo através do futuro, e projetamos coisas que não estão em nosso poder num tempo que não sabemos se irá chegar. Se cada um examinar seus pensamentos, irá encontrá-los todos ocupados no passado ou no futuro. O presente jamais é o nosso fim. Assim, nunca vivemos, mas sim esperamos viver. E nos dispondo sempre a ser felizes, acabamos por nunca sê-lo.
Pierre Levy Pascal
"Amor, meu grande amor, não chegue com hora marcada." Deus queira que você esteja certo e eu errada...
2 comentários:
POR ISSO DEVEMOS VIVER O PRESENTE E TENTAR SER FELIZ COM O QUE TEMOS, NÃO DÁ PARA ADIAR O QUE NÃO SABEMOS SE VAI ACONTECER.
É mais ou menos por aí mesmo...
Bjs, obrigada pela visita!
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