30 de dezembro de 2011

Bye Bye 2011

Cheguei ao fim de mais um ano e, como faço sempre, vim aqui no blog para uma pequena retrospectiva.
Ano tinhoso esse 2011! Não só para mim, mas para muitos que me cercam. Doenças, problemas familiares, separações, desencarne de pessoas queridas, etc. Segundo numerólogos, anos ímpares realmente não são os melhores. Com todo respeito, não me atenho a previsões, mas lembro de ter lido qualquer coisa sobre essas catástrofes e doenças em 2011. Lembro inclusive de ter lido sobre a doença do ex-presidente Lula. Sei que nada disso deixará de acontecer, mas espero que em 2012 venha em menor intensidade.
Beirando os 30 anos, tive a crise dos 30 antecipadamente, mas não sei porque, não me pareceu uma crise. Parece que realmente acordei para certas coisas! Decepcionei-me demais com muitas pessoas. Em contrapartida, me surpreendi com algumas. 
Encontrei um texto no face, o qual desconheço o autor, que representa demais o meu 2011.

Em 2011 aprendi que:

"Que quando pessoas erradas saem da sua vida, coisas certas acontecem."
Infelizmente, por mais que você queira ajudar, existem pessoas sugadoras de energia, que te invejam a todo o tempo. Desculpe a minha imperfeição, mas a distância é o melhor remédio.
"Que tem coisas que a gente não perde, se livra."
Na boa, lembrei do dia em que eu xinguei por ter perdido o ônibus pois estava super cansada. Tinha trabalhado o dia todo e ido para o curso à noite. Quando cheguei no ponto em que costumo descer, o ônibus tinha sido assaltado. Eu senti um arrepio pelo corpo todo e naquele momento pedi desculpas à Deus.
"Que não é preciso perder pra aprender a dar valor e os amigos ainda se contam nos dedos."
Bom, eu nunca quis me separar do meu marido, mas quando o perdi, senti imensa falta de pequenas coisas.
Meus amigos? Conto nos dedos de uma mão só.
"Que nem todo mundo é tããão legal assim, definitivamente."
Infelizmente as pessoas estão cada vez mais hipócritas. Todos colocam suas máscaras para serem aceitos nos grupos. E você que não faz isso, é um chato. É por isso que sou chata mesmo!
"Que aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar pro resto da vida e o que nunca deveria ter entrado nela."
Esse foi o ápice do meu aprendizado em 2011. Mas continuo acreditando que "tudo vale a pena, quando a alma não é pequena."
"Que ser alegre demais nem sempre é sinal de felicidade verdadeira."
No fundo tenho minhas fragilidades e não preciso escondê-las por medo de ser julgada. Dane-se!
"Que enquanto a gente se preocupa com a vida alheia, a nossa passa mais rápido."
Meuuuuuuuuu Deuussssssss! Esse foi o ano das fofocas! Incrível, com quanta futilidade as pessoas perdem tempo! Eu estou completamente enojada de rodinhas de fofocas! Talvez por isso que ando sem paciência com o meu ambiente de trabalho.  
"Que nem sempre as pessoas lembram o que fizemos por elas, ter consideração é algo raro."
Definitavamente é algo raríssimo. Esse foi um dos pontos mais tristes de 2011. Estou muito desacreditada por causa disso e fico até surpresa quando ouço um "muito obrigado (a)" ou quando recebo carinho, apoio, visitas, emails, telefonemas, etc. Está todo mundo preocupado só com o seu umbigo e ponto final. Lembram-se de você quando é CONVENIENTE, ou quando não têm nada melhor para fazer. Não enxergam as qualidades, somente os defeitos. Sinceramente, resumindo em uma palavra: DECEPÇÃO.
Enfim, não posso transformar minha essência em outra, mas posso buscar a minha melhora a cada dia. Peço a espiritualidade que me ilumine e me dê forças para fazer de 2012 um ano muito melhor que o de 2011 e que eu possa começar a colher alguns frutos, que com muita dificuldade, eu venho plantando. Que venha os 30!!!!
Namastê minha gente!

20 de novembro de 2011

Ficou para trás também o que nos juntou


Difícil entender que nada acontece por acaso. Somos imediatistas! Não adianta, sempre vou ficar me perguntando, me punindo. Se não perdi nenhum detalhe, onde foi que eu errei?
Dentre tantas mágoas já superadas, uma não consigo libertar de meu coração: AMBEV.
Não acredito em tempo perdido, mas creio em tempo roubado. Dói muito ter ficado para trás o que nos juntou! O que a AMBEV roubou de mim, não volta nunca mais. Dias, noites, fins de semana, férias, cobranças, responsabilidades, egoísmo, ambição... e a pureza de nosso sentimento ia ficando para trás. Até então, só tinha visto água mudar para vinho na Bíblia.
Quando cortaram as férias de janeiro de 2010 estávamos com tudo programado. Uma enorme decepção tomou conta de mim! Ali eu senti que demoraríamos ulguns anos para termos a oportunidade de tirar férias juntos novamente. Quase acertei! Nunca mais teríamos.
Esta pessoa (jurídica) foi uma faca de dois gumes! Uma âncora que ao invés de manter o barco seguro, afundou-o. Quando conseguimos cortar essa corda era tarde demais. Aliás, aí veio a tsunami e levou tudo de vez. Tudo não, restou a casa. Ah, a casa! Outro capítulo muito triste dessa história...
Ainda espero resposta.




RESPOSTA

Bem mais que o tempo
Que nós perdemos
Ficou pra trás
Também o que nos juntou.

Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só pra saber
O que você achou
Dos versos que eu fiz
Ainda espero
Resposta...

Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou.

Você está vendo
O que está acontecendo
Nesse caderno
Sei que ainda estão.

Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite.

Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante.



Revendo as Postagens

 Estava eu relendo minhas postagens e vi o texto entitulado PERDÃO, do dia 31/03/2010 .
 Na época eu estava lendo o livro A CABANA e a visão do autor sobre o perdão, me interessou muito. Encontrei muita sinceridade nas palavras dele. Nada de hipocrisia, até porque perdoar não é nada fácil.
Uma frase em especial me tocou muito:  "Perdoar não significa esquecer, Mack. Significa soltar a garganta da outra pessoa." Preciso que parem de me enforcar! Preciso eu mesma parar de me enforcar! 
Posso sentir toda a energia negativa, a cada vez que apertam minha gartanta. São dores de estômago, crises de bronquite, muitas noites sem dormir, manchas na pele, etc.
Fica o apelo para que não me enforquem! A vida já está se encarregando disso. Nada acontece por acaso.

16 de novembro de 2011

Aos anônimos de plantão

Anônimos do meu coração, boa noite!
O meu cantinho, o blog Sentimentos & Emoções, já existe a bastante tempo e nunca foi acompanhado por muitas pessoas. Apenas alguns poucos amigos que gostavam de ler meus textos. Ele sempre foi mais meu, do que da internet, porém acho que quem está na chuva é para se "molhar" e quem está na internet é para ser visto, por isso meu blog e minhas redes sociais são todas públicas.
Eu não tenho nada contra as visitas e os comentários. O problema está sendo o anonimato. Dentre os anônimos, existem amigos meus, amigos dele, amigos nossos, curiosos e sei lá mais quem. Eu não tenho bola de cristal! Não consigo saber quem são os que desejam compartilhar idéias, os que estão preocupados, os que querem ler os textos pelo prazer de ler, ou os que querem simplesmente criar polêmica. A polêmica e os julgamentos, particularmente, eu estou dispensando. Eu não estou jogando com ninguém, só estou escrevendo o que penso, aliás, da minha própria vida.
Peço desculpas àqueles que realmente querem trazer coisas boas, mas tomei uma decisão. 
A nossa Constituição veda o anonimato e agora o meu blog vai ser constitucional também (rsrsrsrsrs). Até a presente data, publiquei os comentários anônimos, inclusive para o direito de resposta. A partir de agora, comentários anônimos não serão mais publicados, talvez nem lidos. Assinem os comentários, se preferirem, peçam para que eu não publique e eu não publicarei. Se for o caso, responderei mesmo sem publicar. Se preferirem, falem comigo através de email ou mensagem no face. Dessa forma, somente eu lerei.
Perdoem-me se estou sendo injusta, mas acho que quem tem algo a dizer, tem que sustentar sua opinião. Agora isso não é fácil! Eu pago um preço muito alto por "colocar a cara a tapa".
Beijos carinhosos!

6 de novembro de 2011

A certeza das incertezas

Das insconstantes dessa vida, hoje já consigo tirar algumas constantes:

Preciso amar o próximo como a mim mesmo, não fazendo aos outros o que eu não gostaria que fizessem a mim.
Amor é desapego.
Mereço ser feliz, na medida de meus atos.
A minha felicidade não está em outra pessoa.
Não desejo alguém infeliz ao meu lado. É muita responsabilidade!
Se eu plantar coisas boas, mesmo quando não tiver nada para plantar, ainda assim, posso semear coisas boas.
É preciso crer em algo maior e superior, que nos guia. A fé raciocinada é reconfortante.
Amigos não são aqueles que estão sempre ao meu lado. São aqueles, que quando eu preciso, eles aparecem do nada e me dão um abraço. Ainda, não são aqueles que sempre concordam comigo, e sim aqueles que me ajudam a enxergar meus erros.
O nosso tempo, nem sempre é o tempo do nosso merecimento. As coisas surgem quando, de forma e de onde a gente menos espera.

28 de outubro de 2011

Sossego

Lia chega a casa com a noite já bem posta. Cansada, tira seu salto alto e pensa no seu banho. Não surpreendentemente, um turbilhão de reclamações, vozes altas e às vezes, até discussões vão adentrando sonoramente sua mente. Nessas horas, Lia gostaria de ser abduzida.
Hoje, em seu dia de folga, Lia acorda antes mesmo das 7 da manhã e soluça sentindo uma enorme saudade de sua cama, seu lar, seu sossego, etc, etc, etc...
Lia pensa que o mundo podia parar só um pouquinho para ela poder descer.
Ei, senhor motorista! Lia quer descer em Marte, por favor. Ouviu dizer que lá pode-se unir sossego a paz de espírito.

25 de outubro de 2011

Noite Difícil

Noite difícil essa hein Lia!
Difícil encarar a realidade assim, bem de pertinho, não é mesmo?
Sensação de todos olhando e sentindo pena. Jamais imaginei que Lia fosse digna de pena!
E Lia que sempre foi tão forte e com estima elevada, agora não sabe como lidar com tantos olhares investigativos.
Lia só tem a certeza de que odeia qualquer coisa que remeta a "coitadinha (o)".
Lia sente um enorme conflito entre ouvir a esperança ou ceder para o desapego.